Queria lhe dar um buquê de rosas lindas,
Para que, em teu suspiro,
Minha alma volte ao teu peito.
Queria o poder de lhe dar a lua, as estrelas...
E ter de volta um sorriso,
Que vale mais que essa beleza.
Nas mil vezes que eu te amei,
Foram às vezes que lhe disse,
Mas mil vezes não bastaram
E meu peito agora triste
Vem dizer que ainda sente
A falta daquela flor
Que era doce, que era linda,
Mas o açúcar desmanchou.
Oh, linda, minha amada,
Essa falta aqui maltrata.
Minha linda, minha amada,
Essa magoa me maltrata.
Os dias tristes, na verdade,
São um tributo ao desapego.
E te confesso, agora mesmo,
Que meu amor não é amigo
Que se agride ou joga fora
Na hora em que bem quer.
Na verdade é um bom amigo
Que não se cuida só quando der.
Ainda assim, minha cara, linda...
Ainda quero o teu amor,
Pra que os dias, novamente,
Tenham logo teu sabor.
1 comentários:
Nossa que lindo, temos um poeta então! Escondendo o jogo?
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